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Alergias alimentares em contexto escolar turma T1

Apresentação

No âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE), a escola é considerada como um espaço privilegiado para a promoção da saúde e prevenção de doenças, sendo as alergias alimentares uma área crítica devido ao risco de anafilaxia, os docentes e não docentes desempenham um papel essencial na resposta a situações de emergência. A prevalência de alergias alimentares em idade escolar tem aumentado significativamente. A escola, enquanto ambiente onde se realizam múltiplas refeições, deve ser um local seguro. A falta de conhecimento sobre como evitar a exposição a alergénios ou como reagir perante uma emergência pode ter consequências irrevogáveis. Esta intervenção cumpre o desígnio do PNSE de "promover a literacia em saúde" e "garantir um ambiente escolar seguro e saudável” numa ação, alinhada com as diretrizes nacionais de saúde e educação. A realização desta sessão não é apenas uma atividade informativa, mas uma medida de redução de risco. Ao integrar esta ação nas escolas, esta deixa de ser apenas um local de ensino para ser um agente ativo na proteção da vida e no bem-estar físico e emocional dos seus alunos. Ao mesmo tempo que é dado cumprimento às obrigações legais e diretrizes de saúde pública em vigor:  Regulamento "Alergia Alimentar na Escola" (DGS, 2022): Este normativo é o pilar central. Determina que as escolas devem possuir stocks de dispositivos de autoinjeção de adrenalina e, crucialmente, estabelece a obrigatoriedade de formação do pessoal docente e não docente para o reconhecimento de sintomas e administração do fármaco em caso de emergência.  Despacho n.º 8297-B/2019: define o apoio a crianças com problemas de saúde crónicos, exigindo que a escola garanta as condições necessárias para a sua segurança e plena inclusão, o que implica literacia sobre o risco alérgico. ~  Referencial de Educação para a Saúde (DGE): insere a segurança alimentar e a prevenção de riscos como domínios obrigatórios a trabalhar em contexto escolar.

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Objetivos

Objetivo Geral: Capacitar a comunidade educativa (alunos, docentes, não docentes e pais) para a gestão eficaz e segura das alergias alimentares em contexto escolar. Objetivos Específicos:  Identificar os principais alergénios alimentares e sintomas de reação alérgica.  Demonstrar procedimentos de emergência, incluindo o uso de canetas de autoinjecção de adrenalina.  Promover a inclusão social do aluno alérgico, evitando o estigma ou isolamento durante as refeições.

Conteúdos

Introdução ao tema  Alergia alimentares: noções gerais  Alergia alimentar: informações transversais  Leitura e interpretação de rotulagem  Intolerância alimentar  Prevenção: o papel da escola, do encarregado de educação e do aluno.  Sinais de alerta  Intervenção em casos de anafilaxia: medicação oral e canetas de autoinjecção de adrenalina.  Conceitos gerais sobre adrenalina e a sua aplicação em situações de emergência e formas de apresentação.  Mitos e verdades sobre a aplicação de adrenalina.  Demostração prática da utilização de canetas de autoinjecção de adrenalina.  Apresentação da folha de registo em contexto escolar para

Anexo(s)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-01-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
Início: 07-01-2026
Fim: 07-01-2026
Acreditação: 234/32
Modalidade: ACD
Pessoal: Docente
Regime: Presencial
Duração: 3 h
Local: Escola Sede do Agrupamento de Escolas do Fundão